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Transplante capilar6 min de leitura

Transplante capilar DHI: a técnica do implantador Choi passo a passo

A DHI, ou implantação direta de cabelo, é uma técnica de unidades foliculares em que os enxertos são colocados no couro cabeludo com uma ferramenta semelhante a uma caneta, o implantador Choi, sem abrir antes canais recetores. É escolhida muitas vezes para dar densidade entre o cabelo existente e desenhar uma linha frontal precisa. Este artigo explica o que é a DHI, como funciona o implantador, o que acontece no dia do procedimento, em que difere da FUE e da FUT, as vantagens e desvantagens, a quem se adequa e como decorre a recuperação.

Equipa editorial da City Medical CentreAtualizado

Transplante capilar DHI: a técnica do implantador Choi passo a passo

O essencial em 30 segundos

  • A DHI coloca os enxertos com um implantador Choi, sem canais feitos previamente.
  • Os enxertos são retirados da zona dadora como na FUE, um a um.
  • Ajuda a dar densidade entre o cabelo existente e a controlar com precisão ângulo e direção.
  • Uma sessão costuma ser mais longa e abranger menos enxertos por dia do que a FUE clássica.
  • O cabelo novo começa a crescer por volta dos 3–4 meses; o resultado final avalia-se aos 12–18 meses.

Factos principais sobre o procedimento

  • Internamento na clínicaNo mesmo dia
  • Resultado final12–18 meses
  • AnestesiaLocal
  • Preço $2,700a partir de $2,200

Dados da página do procedimento da City Medical Centre

O que é o transplante capilar DHI

DHI significa implantação direta de cabelo. Tal como na FUE, transferem-se unidades foliculares individuais, pequenos grupos de um a quatro cabelos, da zona dadora na nuca e nas laterais da cabeça para as zonas com menos cabelo. A diferença está na fase de implantação: em vez de fazer primeiro pequenas incisões e depois colocar os enxertos com pinças, o cirurgião carrega cada enxerto na agulha oca de uma caneta implantadora e introdu-lo diretamente no couro cabeludo num único movimento.

Como funciona o implantador Choi

O implantador Choi é uma caneta fina com uma agulha oca na ponta e um êmbolo no interior. Um assistente carrega um enxerto na agulha. O cirurgião segura a caneta no ângulo escolhido, introduz a agulha na pele à profundidade certa e pressiona o êmbolo, que empurra o enxerto para o lugar enquanto a agulha é retirada.

Como funciona o implantador Choi

O procedimento passo a passo: da extração à implantação

  • Planeamento. O médico avalia o tipo de queda e a reserva dadora, calcula os enxertos necessários e desenha a futura linha frontal.
  • Preparação. A zona dadora é aparada; a zona recetora pode ficar mais comprida, uma das razões para escolher a DHI quando não se quer rapar.
  • Anestesia local. As zonas dadora e recetora são anestesiadas, pelo que o procedimento decorre acordado e com conforto.

DHI, FUE e FUT: as principais diferenças

DHI

Extração
Enxertos individuais com micropunch
Implantação
Caneta implantadora, sem canais prévios
Cicatriz dadora
Pequenas cicatrizes pontuais
Uso típico
Densidade, linha frontal, trabalho entre o cabelo existente

FUE clássica

Extração
Enxertos individuais com micropunch
Implantação
Primeiro os canais, depois os enxertos com pinças
Cicatriz dadora
Pequenas cicatrizes pontuais
Uso típico
Zonas amplas de alopecia androgenética

FUT (tira)

Extração
Retira-se uma tira de couro cabeludo que depois é dividida
Implantação
Primeiro os canais, depois os enxertos com pinças
Cicatriz dadora
Cicatriz linear na nuca
Uso típico
Muitos enxertos numa sessão

Vantagens e desvantagens da DHI

  • Vantagens: controlo preciso do ângulo e da direção; é possível acrescentar cabelo entre o existente; muitas vezes não é preciso rapar toda a zona recetora; os enxertos são menos manipulados.
  • Desvantagens: o procedimento é mais lento e exige uma equipa experiente; em regra colocam-se menos enxertos por dia do que na FUE clássica; pode custar mais pelo tempo e pelo material; é menos prática para zonas calvas muito extensas.

A quem se adequa a DHI e contraindicações

A DHI é considerada sobretudo em pessoas com um padrão de queda estável que querem recuperar a linha frontal, dar densidade a zonas com menos cabelo ou corrigir áreas pequenas como entradas, sobrancelhas ou cicatrizes. Também é escolhida quando se prefere não rapar toda a cabeça.

Recuperação e evolução dos resultados

Tempo após o procedimento · O que costuma acontecer

Primeiras 1–2 semanas
Formam-se pequenas crostas que caem; o inchaço da testa diminui
2–4 semanas
Os cabelos transplantados caem; os folículos permanecem no lugar
3–4 meses
O cabelo novo começa a crescer
6–9 meses
Densidade e contorno visíveis
12–18 meses
Densidade final e linha frontal natural
Recuperação e evolução dos resultados

Um plano personalizado no City Medical Centre

O City Medical Centre trabalha com doentes internacionais. A nossa clínica realiza três técnicas: FUE clássica, usada na alopecia androgenética; DHI com caneta implantadora, usada para dar densidade; e a combinação de extração FUE com implantação DHI, usada na alopecia androgenética e para dar densidade. O método FUT da tira é descrito neste artigo como informação geral e não é realizado na nossa clínica; a técnica adequada para si é escolhida na consulta.

Como costuma decorrer a recuperação

  1. 0–10 diasCicatrização: as crostas caem, o inchaço diminui e a zona recupera gradualmente
  2. 2–4 semanasQueda dos cabelos transplantados: uma fase normal, só caem os fios, os folículos ficam no lugar
  3. 3–4 mesesComeça o crescimento: surgem gradualmente novos cabelos e o resultado começa a notar-se
  4. 6–9 mesesDensidade visível: o cabelo fica mais denso, o volume principal e o contorno já se veem
  5. 12–18 mesesResultado final: formam-se a densidade definitiva e uma linha do cabelo natural

Fontes

Perguntas frequentes

A DHI é melhor do que a FUE?

Nem sempre. A DHI permite controlar com precisão o ângulo e a direção e é adequada para dar densidade e trabalhar a linha frontal, enquanto a FUE clássica é muitas vezes mais prática em zonas amplas. Ambas usam os mesmos enxertos dadores. Muitos planos combinam-nas, e o médico escolhe após avaliar a sua queda e a zona dadora.

É preciso rapar a cabeça para a DHI?

A zona dadora costuma ser aparada para permitir a extração dos enxertos. A zona recetora muitas vezes não precisa de ser totalmente rapada, porque o implantador consegue colocar enxertos entre o cabelo existente. Quanto é preciso rapar depende do número de enxertos e das zonas tratadas, e é discutido na consulta.

Quantos enxertos se podem implantar com DHI num dia?

Depende da equipa, da reserva dadora e do tamanho dos enxertos. Como cada enxerto é carregado e colocado individualmente, a DHI abrange em regra menos enxertos por dia do que a FUE clássica. Para zonas grandes, o procedimento pode ser combinado com FUE ou distribuído por mais do que uma sessão.

A DHI é mais cara do que a FUE?

A DHI costuma custar mais, porque o procedimento é mais demorado e exige vários implantadores e uma equipa treinada maior. O custo final depende sobretudo do número de enxertos e da técnica escolhida. No City Medical Centre o custo é indicado após a avaliação e fixado no contrato.

Quando vou ver resultados depois da DHI?

Os cabelos transplantados costumam cair nas primeiras semanas, o que é normal. O cabelo novo começa a crescer por volta dos três a quatro meses, a densidade visível surge entre os seis e os nove meses e o resultado final avalia-se entre os doze e os dezoito meses após o procedimento.

Nota. Este artigo é informação geral e não substitui o aconselhamento médico. Qualquer cirurgia tem contraindicações e riscos, e a opção adequada só é definida depois de uma avaliação médica.

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